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Respeito e Inclusão Social: Enfrentando o Preconceito contra Pessoas com Nanismo

O Dia Nacional de Combate ao Preconceito contra Pessoas com Nanismo, celebrado no domingo (25), promove a reflexão sobre a inclusão e a acessibilidade.

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Respeito e Inclusão Social: Enfrentando o Preconceito contra Pessoas com Nanismo
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O Dia Nacional de Combate ao Preconceito contra Pessoas com Nanismo, celebrado no domingo (25), promove a reflexão sobre a inclusão e a acessibilidade.

No último domingo (25), a Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), comemorou o Dia Nacional de Combate ao Preconceito contra as Pessoas com Nanismo. A data tem como objetivo aumentar a conscientização da população sobre a importância do respeito às diferenças, da promoção da acessibilidade e da garantia dos direitos dessa parte da sociedade.

Instituída pela Lei Federal nº 13.472/2017 e celebrada em 25 de outubro, essa data visa conscientizar a sociedade acerca da relevância de enfrentar a discriminação. No Brasil, o nanismo é considerado uma deficiência física conforme o Decreto Federal nº 5.296/2004.

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Além disso, a data ressalta as várias barreiras sociais, físicas e comportamentais que as pessoas com nanismo enfrentam no seu dia a dia. O preconceito pode se manifestar através de piadas depreciativas, situações constrangedoras, infantilização, dificuldades para ingressar no mercado de trabalho e falta de acessibilidade em espaços públicos e privados.

O nanismo é uma condição que se caracteriza pela baixa estatura, podendo ser resultante de diversas causas. As pessoas que possuem nanismo têm os mesmos direitos fundamentais que qualquer outro cidadão e devem ter garantidas condições de igualdade, autonomia e plena participação na sociedade.

Dentro desse contexto, a acessibilidade deve levar em conta as diferentes estaturas e necessidades, incluindo adaptações em móveis, equipamentos, serviços e locais de uso coletivo. Essas ações são essenciais para aumentar a autonomia e proporcionar melhores condições de acesso à educação, saúde, trabalho e lazer.

O prefeito Léo Moraes enfatizou que a diversidade deve ser uma parte incorporada ao cotidiano da cidade.

“Porto Velho precisa ser uma cidade onde todas as pessoas tenham seus direitos assegurados, independentemente de suas características físicas. Nosso trabalho é fortalecer a inclusão, ampliar a acessibilidade e combater qualquer forma de discriminação, garantindo que cada cidadão possa viver com dignidade, autonomia e igualdade de oportunidades”.

A inclusão, na prática, envolve ações que possibilitem às pessoas com nanismo utilizarem os espaços públicos, acessarem serviços e realizarem suas atividades diárias de forma independente. Isso abrange desde a adaptação das estruturas físicas até a remoção de obstáculos que prejudicam sua participação social.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, sublinhou a importância das políticas públicas que visam à inclusão e à proteção dos direitos.

“Nosso compromisso é trabalhar para que as pessoas com nanismo tenham seus direitos respeitados e encontrem oportunidades iguais de acesso aos serviços públicos, à educação, ao trabalho e ao lazer. Combater o preconceito é uma responsabilidade coletiva e exige ações concretas para eliminar barreiras e promover uma sociedade mais acessível e inclusiva”.

Além das adaptações físicas, o enfrentamento ao preconceito requer atenção às atitudes que podem constranger ou limitar a participação social. O respeito à autonomia e às escolhas pessoais deve ser uma prática nas relações do dia a dia.

A secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, enfatizou que o combate ao preconceito contra pessoas com nanismo demanda conscientização e respeito às diferenças.

“Precisamos construir uma sociedade em que todas as pessoas sejam respeitadas e tenham seus direitos garantidos. A inclusão também significa reconhecer as diferentes necessidades de acessibilidade, combater atitudes discriminatórias e assegurar que as pessoas com nanismo tenham autonomia e participação plena na vida social”.

A conscientização também implica reconhecer que as pessoas com nanismo possuem necessidades e experiências únicas. No ambiente escolar, profissional ou em outras esferas sociais, atitudes respeitosas e condições adequadas de acessibilidade são fundamentais para que possam exercer seus direitos sem enfrentar constrangimentos ou discriminação.

FONTE/CRÉDITOS: Texto: Adaides Batista · Fotos: Secom · Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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