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MPRO reúne equipe de transição do futuro governo de Rondônia para alinhar ações institucionais
04, nov., 2026 Atualizado há 3 minutos
Na tarde da terça-feira (3/11), o Ministério Público de Rondônia (MPRO) promoveu uma reunião em sua sede com a equipe encarregada da transição do novo governo do estado. O principal intuito do encontro foi estreitar relações e criar um canal de diálogo e colaboração entre a instituição e a coordenação da transição, priorizando as demandas das áreas mais relevantes do Estado.
O coordenador da transição pelo governo, deputado federal Lúcio Mosquini, esteve presente, acompanhado de Edemir Brasil e Silas Queiroz. Representando o MPRO, participaram, presencial e virtualmente, coordenadores dos Grupos de Atuação Especial que atuam em saúde, educação, segurança pública, defesa dos vulneráveis, direitos humanos e meio ambiente.
MPRO coloca equipes à disposição
O procurador-geral de Justiça, Alexandre Jésus de Queiroz Santiago, deu início aos trabalhos de forma virtual. Ele enfatizou a prontidão do MPRO em auxiliar no processo de transição e sublinhou a participação ativa dos membros da instituição nas discussões.
Foi informado pelo PGJ que uma equipe foi formada com a finalidade de acompanhar e oferecer suporte durante o processo. Este grupo é composto pelos coordenadores dos Grupos de Atuação Especial e será liderado pelo promotor de Justiça Alan Castiel, que coordena o Centro de Apoio Operacional Unificado.
A reunião foi conduzida pelo subprocurador-geral de Justiça Administrativo, Marcelo Lima de Oliveira. Ele deu as boas-vindas aos presentes e reafirmou a disposição do Ministério Público em colaborar com o diálogo institucional.
Demandas das áreas foram apresentadas
No decorrer do encontro, Lúcio Mosquini ofereceu uma visão geral da situação atual do Estado em diversas áreas. Ele também discutiu as medidas em análise e as ações já implementadas pela equipe de transição, visando preparar o início da nova gestão e informar sobre as questões que exigem atenção.
Em seguida, os coordenadores dos Grupos de Atuação Especial, ou seus representantes, apresentaram necessidades e ressaltaram temas que devem ser levados em consideração pelo futuro governo. As áreas de saúde, educação e segurança pública foram algumas das mais destacadas nas discussões.
Outras questões abordadas incluíram a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade, assim como os direitos humanos e o meio ambiente.
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