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Nesta segunda-feira (19/10), o Ministério Público de Rondônia (MPRO) deu início, em Porto Velho, ao seminário intitulado Educação Inclusiva em Perspectiva Intersetorial: Justiça, Educação e Sociedade na Garantia dos Direitos. A programação deste evento abrange debates sobre diferentes modelos de compreensão da deficiência, os desafios enfrentados na educação especial e a colaboração entre instituições para garantir o acesso, a permanência e a participação dos estudantes nas escolas regulares.
A palestra inaugural foi apresentada por Meiriene Cavalcante Barbosa e Martinha Clarete Dutra dos Santos, que discutiram a evolução histórica das concepções sobre a deficiência e suas repercussões na estruturação do ensino. As especialistas detalharam como essas visões impactam o planejamento pedagógico, as técnicas de avaliação e a definição dos apoios disponíveis para os alunos.
Modelos de compreensão da deficiência
As pesquisadoras esclareceram que, ao longo do tempo, diferentes modelos influenciaram a maneira como a sociedade percebe a deficiência. Esses modelos incluem: caritativo, médico, social, de direitos humanos e biopsicossocial.
O modelo caritativo vê a deficiência sob a ótica do "castigo divino, tragédia pessoal", categorizando a pessoa como
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