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Sinner critica premiação de Roland Garros e apoia ameaça de boicote

Número 1 do mundo diz que jogadores não se sentem respeitados e cobra fatia maior das receitas do torneio

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Sinner critica premiação de Roland Garros e apoia ameaça de boicote
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O número 1 do mundo, Jannik Sinner, afirmou nesta quinta-feira (7) que os jogadores não se sentem respeitados pelos organizadores de Roland Garros e apoiou as discussões sobre um possível boicote ao torneio por conta da divisão das premiações.

A polêmica ganhou força após os atletas criticarem o aumento de 9,5% na premiação total do Grand Slam francês, que chegou a 61,7 milhões de euros (cerca de R$ 356,8 milhões). Segundo os jogadores, a participação dos tenistas na receita do torneio caiu de 15,5% em 2024 para uma projeção de 14,9% em 2026 – percentual distante dos 22% reivindicados pela categoria.

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“É mais sobre respeito. Acho que damos muito mais do que recebemos de volta. Não é só para os principais jogadores, é para todos nós”, disse Sinner antes da estreia no Masters 1000 de Roma.

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O italiano revelou que, apesar de uma carta enviada no ano passado pelos dez melhores colocados dos rankings masculino e feminino aos organizadores dos Grand Slams, as negociações seguem sem avanço.

“Não é legal que, depois de um ano, ainda estejamos longe do que gostaríamos de alcançar”, afirmou.

A possível paralisação também recebeu apoio de Aryna Sabalenka e Coco Gauff. Já Novak Djokovic elogiou a postura de Sabalenka e afirmou que a bielorrussa assumiu papel de liderança ao defender melhores condições para os atletas.

Djokovic, um dos fundadores da Professional Tennis Players Association (PTPA), disse que o impasse reforça a necessidade de reformas no tênis profissional.

FONTE/CRÉDITOS: juliamachado

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