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Sexta-feira, 24 de Julho de 2026

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ANP aprova consulta para discutir biocombustíveis no transporte aquaviário

Agência fará discussões por 45 dias para adequar normas de uso de biocombustíveis em transportes aquaviários às diretrizes internacionais

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
ANP aprova consulta para discutir biocombustíveis no transporte aquaviário
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A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) aprovou nesta sexta-feira (24) a abertura de uma consulta pública para discutir o uso de biocombustíveis nos transportes aquaviários.

Segundo a diretoria da agência, a consulta terá prazo de 45 dias e deve revisar a Resolução nº 903/22, que estabeleceu as especificações dos combustíveis de uso aquaviário comercializados no território nacional — óleo diesel marítimo e óleo combustível marítimo.

O objetivo da ANP é receber contribuições para aperfeiçoar a proposta de atualização da regulamentação, buscando alinhar as especificações nacionais à evolução tecnológica do setor e aos padrões internacionais recentes.

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A revisão da regulamentação tem como base as mudanças observadas no mercado de combustíveis marítimos, incluindo o contexto da transição energética e das metas internacionais de descarbonização do transporte marítimo estabelecidas pela Organização Marítima Internacional (IMO).

Ainda segundo a agência, a proposta também busca alinhar a regulamentação brasileira aos padrões técnicos internacionais, favorecendo a incorporação de novos combustíveis, inclusive renováveis e sintéticos, ao mercado brasileiro.

Proposta prevê uso de combustíveis alternativos

A atualização da regulamentação também prevê a possibilidade de autorização prévia da ANP, em caráter experimental, para o uso de combustíveis alternativos ainda não contemplados, como etanol, metanol, amônia e hidrogênio.

Também está previsto um tratamento regulatório específico para o GNL (gás natural liquefeito), mediante autorização prévia da ANP, e considerando a existência de normas técnicas consolidadas para esse combustível e “o estágio inicial da infraestrutura nacional de transporte e abastecimento”, afirmou o órgão em comunicado.

 

FONTE/CRÉDITOS: rafaelvillarroel
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