A partir desta terça-feira (27 de janeiro de 2026), os preços da gasolina vendidos às distribuidoras foram reduzidos em aproximadamente 5,2%, reflexo da nova política de preços da Petrobras — o que pode representar cerca de R$ 0,10 a menos por litro para o consumidor nos postos, dependendo do repasse feito pelas redes de combustíveis. A variação entre os estados antes e depois da redução tem chamado a atenção dos motoristas brasileiros.
Segundo projeções feitas com base nos preços médios praticados em janeiro de 2026, estados como Maranhão, Paraíba e Alagoas estão entre os mais baratos para abastecer com gasolina, com preços projetados em torno de R$ 5,81 a R$ 5,91 por litro, após a redução. Já outras unidades federativas permanecem com valores mais altos, refletindo o impacto da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e outros custos locais.
Nos estados do Norte e Centrosul, como Amazonas, Paraná e Pernambuco, o preço projetado por litro da gasolina após a redução fica em torno de R$ 6,15 a R$ 6,91, mostrando que, mesmo com o ajuste da Petrobras, há disparidade significativa entre as regiões.
Especialistas econômicos ressaltam que as diferenças entre os preços pagos pelo consumidor final nos postos não dependem apenas do preço da Petrobras às distribuidoras, mas também da alíquota de ICMS definida por cada estado, da mistura obrigatória com etanol e das margens de lucro das revendas — fatores que podem ampliar ou suavizar o impacto da redução anunciada.
O cenário nacional de combustíveis segue em constante evolução, com análises e projeções periódicas mostrando a influência de políticas tributárias estaduais, custos logísticos e oscilação nos preços internacionais de petróleo, o que mantém os consumidores atentos às diferenças regionais no preço da gasolina.
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