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Igor Paixão experimentou um mercado de transferências dinâmico, mas sua permanência no Olympique de Marseille foi uma escolha voluntária. Segundo seus representantes, o atleta recebeu diversas propostas para deixar o clube, mas seu desejo era continuar na França.
A proposta mais concreta partiu do Sunderland, que se destacou como a prioridade do clube da Premier League, e apresentou uma oferta ao Marseille, a qual foi rejeitada. O estafe do jogador afirma que a negativa não causou desconforto, já que sua intenção era permanecer.
Igor Paixão queria permanecer no Marseille
“Igor está muito feliz em Marseille. A relação dele com a dupla Genesio-Lorenzi é muito boa”, disseram seus representantes ao “Top Mercato”.
O entorno do jogador também confirmou que houve propostas durante a janela.
“Igor recebeu algumas ofertas. A do Sunderland, a mais concreta, foi recusada pelo clube. Como a intenção dele era permanecer em Marseille, Igor ficou muito tranquilo.”
Essa declaração ajuda a esclarecer uma incerteza que surgiu após o fechamento do mercado. Bruno Genesio chegou a afirmar publicamente que esperava que Paixão não tivesse ficado chateado após a permanência, mas o estafe garante que o atacante também desejava continuar.
Paixão possui contrato até junho de 2030, e seus representantes reforçam que qualquer decisão futura deverá levar em conta tanto os interesses do jogador quanto os do clube.
“Igor tem contrato com o OM. As decisões sobre seu futuro são tomadas em acordo com o clube. Qualquer transferência precisa ser boa para as duas partes.”
Essa situação também ajuda a entender as declarações recentes do próprio atacante. Paixão já manifestou publicamente o desejo de um dia jogar no Flamengo e a vontade de atuar na Premier League, mas isso não significa que estivesse tentando forçar uma saída imediata do Marseille.
Igor Paixão e Bruno Genesio após jogo do Olympique de Marseille (Foto: Sylvain Thomas/Icon Sport)
Permanência aumenta responsabilidade no ataque
Embora o mercado tenha terminado com a permanência que desejava, o início da temporada trouxe novos desafios. Após marcar quatro gols na pré-temporada, Paixão ainda não conseguiu contribuir diretamente para nenhum gol nos cinco primeiros jogos oficiais, totalizando até o momento zero gols e zero assistências, apesar de ter sofrido um pênalti.
A pressão aumentou ainda mais com as saídas de Pierre-Emerick Aubameyang e Mason Greenwood. Sem esses dois atacantes, Paixão passou a ter um papel ainda mais central no setor ofensivo.
Seus representantes reconhecem essa nova responsabilidade.
“É normal que exista expectativa sobre ele. É a contratação mais cara da história do Marseille. Ele está consciente das responsabilidades que tem.”
Na sua primeira temporada pelo clube, o brasileiro balançou as redes 12 vezes e deu sete assistências em 42 partidas em todas as competições. Repetir ou até superar esses números se tornou ainda mais essencial diante do início complicado que o time enfrentou.
O estafe de Igor Paixão afirma que, até agora, não há novas propostas para o atacante, embora reconheça que os próximos meses podem ser desafiadores.
“O Marseille não nos apresentou nada para os meses seguintes, mas sabemos que não serão momentos fáceis. Hoje, não existe nenhuma oferta pelo Igor.”
Por ora, o foco está em campo. Paixão desejou permanecer em Marseille quando surgiu a proposta da Premier League e agora precisa converter essa continuidade em desempenho, especialmente em um momento em que sua importância para o ataque se intensificou.
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