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O Projeto de Lei 1674/26 estabelece um sistema nacional voltado para a logística reversa e a conscientização acerca do descarte de agulhas, seringas, lancetas e outros materiais perfurocortantes utilizados em tratamentos médicos domiciliares.
A proposta abrange todos os envolvidos, incluindo fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e consumidores.
Conforme o texto que está sendo analisado na Câmara dos Deputados, esses resíduos não podem ser descartados no lixo comum, em redes de esgoto ou em espaços públicos.
O descarte deve ser realizado nos pontos de coleta de resíduos provenientes de serviços de saúde ou em recipientes apropriados em locais de grande movimento, como shoppings.
Impacto atual O autor da proposta, o deputado Dr. Daniel Soranz (PSD-RJ), ressalta que o aumento de tratamentos realizados em casa que requerem injeções contínuas – como o controle do diabetes e o uso de "canetas emagrecedoras" – resultou em um aumento significativo na geração de resíduos de saúde.
“O descarte inadequado desses materiais representa um risco sanitário e ambiental grave, expondo coletores de lixo, catadores, animais e a população em geral a acidentes”, declarou o parlamentar.
Próximos passos O projeto será submetido à análise, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e Cidadania.
Para que a proposta se torne lei, será necessária a aprovação tanto na Câmara quanto no Senado.
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