A Operação Titã foi coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 1) e pela Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro (DRLD), com o apoio de diversas instituições estaduais e interestaduais.
Fruto de uma investigação minuciosa que se estendeu por vários meses, a ação contou com o suporte da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesdec), da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PCMS), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), além de apoio logístico do Corpo de Bombeiros Militar.
Mandados judiciais foram cumpridos em Rondônia, Mato Grosso do Sul e Paraná. Os alvos são identificados como líderes e operadores de uma facção criminosa envolvida com o tráfico de drogas e outros crimes graves. A operação visou não apenas a desarticulação da cadeia de comando da organização, mas também o enfraquecimento de sua estrutura financeira.
Segundo as investigações, os criminosos vinham adotando atitudes cada vez mais ousadas, incluindo ameaças diretas a agentes públicos — o que motivou uma resposta enérgica e integrada das forças de segurança.
A Polícia Civil de Rondônia reforçou que ameaças contra autoridades serão tratadas com absoluto rigor, sobretudo quando direcionadas a agentes da segurança pública.
“O Estado não recuará diante da criminalidade organizada”, afirmou a corporação.
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